Epistemologías ecológicas: el mundo más que humano en la investigación en educación ambiental

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18675/2177-580X.2026-19818

Palabras clave:

Epistemologías ecológicas. Educación ambiental. El mundo más allá de lo humano. Cosmologías múltiples. Agencia de los no humanos.

Resumen

Este artículo analiza las contribuciones de las epistemologías ecológicas a la investigación en educación ambiental, problematizando la centralidad de lo humano y las dualidades de la ciencia moderna. ¿Partiendo de tres preguntas guía — Qué historias nos cuentan los materiales? ¿Cómo constituyen los seres no humanos mundos y cómo pueden los humanos interpretar dichas relaciones? ¿Cómo pensar las múltiples cosmologías en un mundo múltiple? —, el texto articula las contribuciones teóricas de autores como Ingold, Haraway, Tsing, Despret y Povinelli con ejemplos empíricos que involucran rocas y espacios verdes universitarios. El análisis destaca cómo los materiales y los seres no humanos narran historias inscritas en procesos históricos, ecológicos y políticos, desafiando las prácticas educativas y epistemológicas. Argumenta que la educación ambiental, al reconocer la agencia de los seres no humanos y la pluralidad de cosmologías, amplía sus bases epistemológicas y contribuye a la construcción de futuros más sostenibles y corresponsables.

Biografía del autor/a

  • Rita Paradeda Muhle, Universidade de Pernambuco

    Professora Adjunta do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade de Pernambuco – Campus Petrolina

  • Cae Rodrigues, Universidade Federal de Sergipe

    Professor Associado do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Sergipe

  • Isabel Cristina de Moura Carvalho, Universidade Federal de Minas Gerais

    Professora Permanente Voluntária no Programa de Pós-Graduação Educação e Inclusão Social da UFMG

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Publicado

2026-06-01