La domesticación de la Educación Ambiental
DOI:
https://doi.org/10.18675/2177-580X.2026-19782Palabras clave:
Consciencia ambiental. Responsabilidad individual. Neoliberalismo. Obediencia. Reprodución Social.Resumen
Este ensayo analiza la influencia del funcionalismo sociológico y la ideología neoliberal en el discurso de la sostenibilidad eco-friendly, que converge en el poder de establecer la norma moral de la responsabilidad individual como gesto personal de cuidado del medio ambiente. El análisis sustenta la idea de que el sentido común de la Educación Ambiental – la difusión generalizada de la Conciencia Ambiental – vincula el proceso educativo, exclusivamente, al Individuo, aislado de la Sociedad. Esta supresión de la dimensión social oculta el conflicto social, oculta la realidad de la lucha de clases y omite la dimensión estructural de la crisis ambiental. Se argumenta que la Educación Ambiental puede estar formando Sujetos Ecológicos virtuosos y altruistas, imbuidos de hacer su parte en el interés común a voluntad; pero al mismo tiempo, dóciles y útiles, como resultado del Currículo Oculto de Conciencia Ambiental eco-friendly que fluye a través de la Industria Cultural. El sujeto eco-friendly está moldeado por una Pedagogía de Deberes, que reproduce la obediencia servil a la norma social del buen comportamiento como mecanismo de dominación cultural, impidiendo que se revele la desigualdad socioambiental, anulando la conciencia crítica y de clase, y restando el poder de un Sujeto Colectivo Ecopolítico que lucha en la esfera social pública por los derechos socioambientales violados. La domesticación de la Educación Ambiental es su sumisión a la violencia simbólica de la clase dominante contra las clases populares, lo que forja docilidad donde debería haber rebelión contra la injusticia socioambiental.
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