GESTÃO AMBIENTAL EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: PROPOSTA DE UTILIZAÇÃO DE GEOGRAPHIC INFORMATION SYSTEMS – GIS

Autores

  • Patrícia Raquel da Silva Sottoriva Pontifícia Universidade Católica do Paraná image/svg+xml
  • Fabiana De Nadai Andreoli Pontifícia Universidade Católica do Paraná image/svg+xml
  • Karina Querne de Carvalho Pontifícia Universidade Católica do Paraná image/svg+xml
  • Sérgio Alex Martins Bragagnolo Pontifícia Universidade Católica do Paraná image/svg+xml
  • Rafael Luiz Diogo da Rosa Pontifícia Universidade Católica do Paraná image/svg+xml

Palavras-chave:

Gestão Ambiental. Sistema de Informação Geográfica. Sistema de Gestão Ambiental. Impactos Ambientais. Instituições de Ensino Superior. Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

Resumo

O desenvolvimento da consciência ecológica em diferentes camadas e setores da sociedade mundial acaba por envolver também o setor da educação, a exemplo das Instituições de Ensino Superior (IES). No entanto, ainda são poucas as práticas observadas nas IES, as quais têm o papel de qualificar e conscientizar os cidadãos formadores de opinião de amanhã. Existem razões significativas para implantar um Sistema de Gestão Ambiental - SGA numa Instituição de Ensino Superior, dentre elas o fato de que as faculdades e universidades podem ser comparadas com pequenos núcleos urbanos. Como conseqüência das atividades de operação do campus, há geração de resíduos sólidos e efluentes líquidos, consumo de recursos naturais, similar a visão industrial de inputs e outputs. A planilha de levantamento de aspectos e impactos ambientais - LAIA é o instrumento utilizado para as atividades, produtos e serviços, considerando os desenvolvimentos novos ou planejados, as atividades, produtos e serviços novos ou modificados incluindo sua identificação, gerenciabilidade, relevância e priorização. Os Sistemas de Informação Geográfica – SIG, por sua vez, são sistemas computadorizados de captura, armazenamento, criação, manutenção, integração, análise e visualização de dados espacialmente referenciados sobre a superfície terrestre. Deve ter capacidade de integrar, além de bancos de dados gráficos e não gráficos, funções que permitam a análise estatística e a modelagem destes dados, possibilitando o estudo de situações futuras. Portanto a aplicação do SIG gera modelos genéricos de tomadas de decisões que analisam um grande número de variáveis para que seja possível o posicionamento do gestor a uma determinada questão.

Biografia do Autor

  • Patrícia Raquel da Silva Sottoriva, Pontifícia Universidade Católica do Paraná
    Docente do curso de Engenharia Ambiental na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Curitiba, Paraná, (PUCPR); Docente Colaborador do Programa de Pós Graduação em Gestão Urbana – PUCPR; Coordenadora da Especialização em Emergências Ambientais – PUCPR, Curitiba, Paraná. http://lattes.cnpq.br/2635830346518518
  • Fabiana De Nadai Andreoli, Pontifícia Universidade Católica do Paraná
    Fabiana De Nadai Andreoli – http://lattes.cnpq.br/4278521469275404 Profa. Adjunta da Engenharia Ambiental na PUCPR. Gerente da empresa Andreoli Engenheiros Associados e auditora ambiental; Coordenadora dos cursos de Especialização da PUCPR: “MBA em Sistema de Gestão Ambiental” e “Reuso, Minimização e Controle da Poluição Ambiental”.
  • Karina Querne de Carvalho, Pontifícia Universidade Católica do Paraná
    http://lattes.cnpq.br/8055585859691419 Docente do curso de Engenharia Ambiental, Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Curitiba, Paraná; Docente Colaboradora do Programa de Pós Graduação em Gestão Urbana, PUCPR, Curitiba, Paraná.
  • Sérgio Alex Martins Bragagnolo, Pontifícia Universidade Católica do Paraná
    http://lattes.cnpq.br/5794654531453216 Graduando em Engenharia Ambiental - PIBIC/CNPq 2006-07 – Departamento de Engenharia Ambiental – Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR, Curitiba, Paraná.
  • Rafael Luiz Diogo da Rosa, Pontifícia Universidade Católica do Paraná
    http://lattes.cnpq.br/2964002442309928 Graduando em Engenharia Ambiental – Departamento de Engenharia Ambiental – Pontifícia Universidade Católica do Paraná PUCPR, Curitiba, Paraná.

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Publicado

10-02-2008