PRODUÇÃO DE BIOETANOL POR CONVERSÃO ENZIMÁTICA

Autores/as

  • Diogo Moreira GONÇALVES Universidade Tecnológica Federal do Paraná image/svg+xml
  • Diego Filipe BELLONI Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Janaina de Melo FRANCO Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • José Hilton Bernardino de ARAÚJO Universidade Tecnológica Federal do Paraná image/svg+xml

Palabras clave:

Etanol. Resíduos Lignocelulósicos. Biocombustiveis. Bioconversão. Enzimas Lignolíticas. Resíduos Agroindustriais.

Resumen

Os materiais lignocelulósicos, como resíduos agroindustriais (bagaço de cana-de-açúcar, cascas de arroz, dentre outros) contêm açúcares polimerizados, como celulose e hemiceluloses, que podem ser hidrolisados por via ácida ou enzimática, liberando glicose. Este trabalho teve por objetivo obter bioetanol a partir de bagaço de cana-de-açúcar hidrolisado por via enzimática e fermentado utilizando Saccharomyces cerevisiae. Após a lavagem, secagem e trituração, o bagaço foi deslignificado com hidróxido de sódio (10% p/p base seca) sob aquecimento e pressão de 1,2 atm. A hidrólise enzimática da solução deslignificada foi realizada com enzimas comerciais NS50013 (celulase), NS50010 (β-glucosidase), NS50030 (xilanase), NS22002 (hemicelulase) e NS50012 (complexo multicomponentes) obtidas da Novozymes Latin America Ltda. Após esse processo, o hidrolisado foi fermentado com Saccharomyces cerevisiae, e destilado. Os resultados obtidos mostraram que o rendimento de obtenção etanol foi de 16,42% (p/p). Palavras-chave: Etanol. Resíduos lignocelulósicos. Bicombustíveis. Bioconversão. Enzimas Lignoliticas. Resíduos Agroindustriais.

Biografía del autor/a

  • Diogo Moreira GONÇALVES, Universidade Tecnológica Federal do Paraná
    Graduando em Tecnologia em Gestão Ambiental, PIBIC/Fundação Araucária 2008-2009 na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campo Mourão, Paraná. http://lattes.cnpq.br/4049908324895517
  • Diego Filipe BELLONI, Universidade Estadual de Maringá (UEM)
    Tecnólogo em Gestão Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campo Mourão, Paraná. Mestrando no Programa de Mestrado em Engenharia Urbana na Universidade Estadual de Maringá, UEM. http://lattes.cnpq.br/0795476629367939
  • Janaina de Melo FRANCO, Universidade Estadual de Maringá (UEM)
    Tecnóloga em Gestão Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campo Mourão, Paraná. Mestranda no Programa de Mestrado em Engenharia Urbana na Universidade Estadual de Maringá, UEM. http://lattes.cnpq.br/6036077107416505
  • José Hilton Bernardino de ARAÚJO, Universidade Tecnológica Federal do Paraná
    Docente nos cursos de Tecnologia em Gestão Ambiental e Engenharia Ambiental na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campo Mourão, Paraná; Coordenador dos cursos de Tecnologia em Gestão Ambiental e Engenharia Ambiental da Ambiental na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campo Mourão, Paraná; Membro do Conselho de Ensino, Pesquisa e Pós-graduação da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campo Mourão, Paraná. http://lattes.cnpq.br/4560874870987991

Publicado

2009-08-30