Corpo e movimento na educação infantil
- Autores
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Liane Aparecida Roveran Uchôga
Departamento de Educação Motora da FEF/Unicamp, Campinas, SP
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Elaine Prodócimo
Faculdade de Educação Física da Unicamp, Campinas, SP
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- Palavras-chave:
- Array,
- Resumo
- Este artigo é resultado de um estudo etnográfico realizado em um Centro Municipal de Educação infantil (CEMEI), localizado na cidade de Campinas. Buscamos entender qual o significado atribuído ao corpo/ movimento das crianças durante toda a rotina da instituição. O referencial utilizado foi o estudo de Foucault a respeito da disciplinarização dos corpos e construção das subjetividades nas instituições disciplinares modernas. Durante quatro semanas observamos a rotina de uma sala que atendia crianças de 3,5 a 6 anos, além da realização de conversas informais com as professoras e coordenadora pedagógica da instituição. De acordo com o observado, analisamos os seguintes pontos: a maneira que o corpo da criança era tratado nos diferentes espaços do CEMEI, como era a organização destes espaços, quais as atitudes corporais exigidas das crianças pela professora e o significado das brincadeiras dirigidas. De acordo com Foucault e o observado em campo, podemos pensar que, o que somos e fazemos não está definido previamente, assim, é possível problematizar nossa constituição como indivíduo. Desta forma, ao assumirmos que as práticas escolares são produzidas socialmente, podemos afirmar que elas podem ser repensadas, reestruturadas, experimentando assim, outros modos de agir e pensar na educação infantil.
- Biografia do Autor
- Referências
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- Publicado
- 2008-10-30
- Edição
- V. 14, N. 3 (2008)
- Seção
- Artigo Original
- Licença
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