IDENTIFICAÇÃO DO PADRÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE MACRÓFITAS AQUÁTICAS EMERGENTES NO BANHADO DO TAIM-RS-BRASIL, FRENTE A DIFERENTES CONDIÇÕES HIDROLÓGICAS

Autores

  • Cristiano Niederauer da ROSA Universidade Federal de Santa Maria image/svg+xml
  • Rutinéia TASSI Universidade Federal de Santa Maria image/svg+xml
  • Daniel Gustavo Allasia PICCILLI Universidade Federal de Santa Maria image/svg+xml
  • Waterloo PEREIRA FILHO Universidade Federal de Santa Maria image/svg+xml
  • Jean Ricardo FAVARETTO Universidade Federal de Santa Maria image/svg+xml
  • Jéssica Ribeiro FONTOURA Universidade Federal de Santa Maria image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.5016/geociencias.v36i4.12024

Palavras-chave:

Sensoriamento Remoto, macrófitas aquáticas emergentes, áreas úmidas, SIG.

Resumo

O Banhado do Taim, importante área úmida no sul do Rio Grande do Sul, ocupa cerca de 53% da área total da Estação Ecológica do Taim, uma unidade de conservação federal. Sua bacia de contribuição, tem seus usos compartilhados, principalmente entre conservação da biodiversidade e irrigação. Esta última atividade altera o regime hidrológico do Banhado, característica fundamental para a manutenção da biodiversidade local. O presente trabalho avaliou, por meio de técnicas de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento, a influência das condições hidrológicas na dinâmica de Macrófitas Aquáticas Emergentes (MAE) no banhado. Para isto, foram selecionadas três espécies de MAE, Z. bonariensis, S. californicus e S. giganteus, consideradas indicadores biológicos, passiveis de identificação em imagens LANDSAT, e que foram analisadas quanto a sua distribuição em condições hidrológicas de cheia, seca e normal. Os resultados indicam que as MAE S. californicus e Z. bonariensis são mais vulneráveis a condições de cheia, nesta situação, verificou-se uma redução de 15,86% nas áreas de Z. bonariensis, e a não ocorrência de S. californicus em algumas imagens correspondentes a tal condição. Portanto, as alterações causadas no regime hidrológico do Banhado do Taim (cheia e seca) alteram a distribuição das MAE e consequentemente a biodiversidade do local.

Biografia do Autor

  • Cristiano Niederauer da ROSA, Universidade Federal de Santa Maria
    Departamento Geociências, área de Tecnologia em Geoprocessamento.
  • Rutinéia TASSI, Universidade Federal de Santa Maria
    Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, área de modelagem hidrológica.
  • Daniel Gustavo Allasia PICCILLI, Universidade Federal de Santa Maria
    Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, Área geoprocessamento e modelagem hidrológica.
  • Waterloo PEREIRA FILHO, Universidade Federal de Santa Maria
    Departamento Geociências, área de sensoriamento remoto.
  • Jean Ricardo FAVARETTO, Universidade Federal de Santa Maria
    Departamento de Engenharia Civil, área de modelagem hidrológica e geoprocessamento.
  • Jéssica Ribeiro FONTOURA, Universidade Federal de Santa Maria
    Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, área de geoprocessamento.

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Publicado

2018-01-17

Edição

Seção

Artigos