Estudantes negros e africanos: sujeitos presentes, vozes ausentes

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Resumo
Este artigo tem como objetivo descrever e analisar alguns dados de um projeto de extensão e pesquisa intitulado As narrativas de si e os efeitos das políticas de ações afirmativas para cotistas e africanos. Temos como questões centrais do nosso trabalho as seguintes indagações: O que dizem os estudantes cotistas e não cotistas sobre as cotas? O que pensam os diversos grupos africanos que estão na universidade sobre as cotas e a vivência como educandos em Alagoas? Em termos metodológicos, utilizamos de alguns procedimentos e instrumentos próprios da pesquisa-ação para criarmos nossos processos de diagnóstico e intervenção social. Conclui-se, após a investigação, que as políticas de ações afirmativas na universidade devem ser objeto de debate constante seja na academia, seja na sociedade. Há um desconhecimento por parte dos cotistas, não cotistas e africanos sobre as questões das cotas com recorte racial e sobre as políticas de ações afirmativas como conquistas coletivas e direitos humanos de caráter sócio-histórico.
Biografia do Autor
  1. Roseane Maria de Amorim, Universidade Federal de Alagoas
    Professora Adjunta 2 do Centro de Educação da Universidade Federal de Alagoas - Setor Fundamentos da Educação
  2. Andréa Giordanna Araujo da Silva, Doutoranda em Educação, professora da Universidade Federal de Alagoas- UFAL –
    Doutoranda em Educação, professora da Universidade Federal de Alagoas- UFAL –
  3. Fabson Calixto da Silva, Mestre em Educação -UFAL
    Mestre em Educação -UFAL
  4. Igor Rafael Bispo Santos, Graduando em História - UFAL
    Graduando em História - UFAL
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Publicado
31-08-2015
Seção
Artigos
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Como Citar

Estudantes negros e africanos: sujeitos presentes, vozes ausentes. Educação: Teoria e Prática, v. 25, n. 49, p. 374–389, 31 ago.2015.