PIBID COMO EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO: PERSPECTIVAS DE PROFESSORES SUPERVISORES

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Resumo

O Programa Institucional de bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) é uma experiência inovadora? Este questionamento subsidia o presente artigo que discute se o PIBID se configura como uma proposta inovadora a partir da perspectiva dos professores supervisores dessa iniciativa no estado Ceará. O estudo vincula-se a pesquisa em rede sobre Desenvolvimento Profissional Docente e Inovação Pedagógica, apoiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal em Nível Superior (CAPES). Trata-se de um estudo qualitativo e empírico, que utiliza como procedimento de coleta de dados entrevista semiestruturada, realizada com trinta professores participantes do programa de diferentes áreas de ensino e localidades do estado do Ceará. Os resultados indicam que o PIBID fomenta práticas docentes inovadoras ao mesmo tempo em que aproxima a universidade da escola.

Biografia do Autor
  1. Maria Mikaele Silva Cavalcante, Universidade Estadual do Ceará

    Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual do Ceará (PPGE-UECE). Graduada em Pedagogia pela mesma instituição. Atua profissionalmente no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), como técnica de referência. É pesquisadora colaboradora no Grupo de Pesquisa Educação, Cultura Escolar e Sociedade (EDUCAS). Desenvolve pesquisas na área de Educação, precisamente sobre formação de professores, permanência e evasão no magistério, desenvolvimento profissional docente, inovação pedagógica e políticas educacionais.

  2. Maria Adriana Borges Santos, Universidade Estadual do Ceará

    Cursando Doutorado em Educação pela UECE, é Mestre em Educação/formação de professores (UECE - 2016), Pós-graduação em Psicomotricidade ( UECE - 2011.1), possui licenciatura plena em Educação Física pela Universidade Estadual do Ceará (2009.1). Bolsista CAPES. É professora efetiva da rede municipal de Maracanaú. É integrante de dois Grupos de Pesquisa: Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Física Escolar - GEPEFE/UECE e Educação, Cultura Escolar e Sociedade - EDUCAS/OBEDUC/UECE. Membro da Sociedade Brasileira de Psicomotricidade - Capítulo Ceará. Atua principalmente nas seguintes áreas: Educação Física Escolar; Psicomotricidade; Saúde em ambientes escolares; Formação de professores.

  3. Silvina Pimentel Silva, Universidade Estadual do Ceará

    Doutora em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará (2008), com pós-doutorado pela UnB (2013), mestrado em Educação pela UFC (1992). Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual do Ceará (1978). Atualmente é professora do curso de Pedagogia e do Programa de Pós-Graduação em Educação (Mestrado e Doutorado) da UECE. Coordena o curso de Pedagogia do Parfor/UECE. É pesquisadora e membro do grupo de pesquisa Educação, Cultura Escolar e Sociedade - EDUCAS na qual desenvolve pesquisa sobre formação de professores e a relação ensino e pesquisa. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Administração de Sistemas Educacionais, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão, formação de professores, estágio, pesquisa e ensino e didática.

  4. Heraldo Simões Ferreira, Universidade Estadual do Ceará

    Pós Doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Humano e Tecnologias, área de Educação Física Escolar, na UNESP, em Rio Claro-SP, sob a supervisão da Profª Drª Suraya Darido (UNESP, 2016). Doutor em Saúde Coletiva (UECE, 2011), Mestre em Educação em Saúde (UNIFOR, 2005), Especialista em Psicomotricidade (UECE, 2001) e Professor de Educação Física (UNIFOR, 1992). Professor Adjunto da Universidade Estadual do Ceará desde 2003, lotado no curso de Educação Física (CCS/UECE), onde ministra as disciplinas de Educação Física Escolar e Lutas. Professor do Programa de Pós Graduação em Educação da UECE - PPGE (Mestrado e Doutorado em Educação). Docente e vice coordenador do Mestrado Profissional em Ensino da Saúde - CMEPES UECE. Coordena o curso de graduação em Educação Física (UECE/UAB). Coordenador da especialização de Artes Marciais, Esportes de Combate e Lutas (UECE). Faixa Preta de Karate 5º Grau (CBK/FCK). Atua nas seguintes áreas: Saúde na Escola, Educação Física Escolar, Lutas, Formação de Professores e Psicomotricidade.

Referências

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Publicado
27-08-2019
Seção
Artigos
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Como Citar

PIBID COMO EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO: PERSPECTIVAS DE PROFESSORES SUPERVISORES. Educação: Teoria e Prática, v. 29, n. 61, p. 389–403, 27 ago.2019.