DA SEMIFORMAÇÃO À OMNILATERALIDADE: REFLEXÕES SOBRE UTOPIAS FORMATIVAS E EMANCIPAÇÃO

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Resumo

O presente artigo analisa os aspectos formativos de dois grandes ideais de formação que marcaram a história da educação ocidental: a Paideia grega e a Bildung alemã. A partir da perspectiva histórica, tomando como base o conceito de omnilateralidade de Karl Marx (1818-1883) e a teoria da semiformação de Theodor Adorno (1903-1969), resgatamos as origens e os fundamentos filosóficos das utopias formativas, ressaltando sua relevância na constituição de uma educação política de caráter crítico e emancipatório no contexto da contemporaneidade.

Biografia do Autor
  1. Guilherme Prado Roitberg, Universidade Federal de São Carlos

    Doutorando em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Mestre em Educação (2018) e graduado em História (2010) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho com especialização em Filosofia (2015). Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas Linguagens, Experiência e Formação da UNESP Rio Claro e do Grupo de Pesquisa Teoria Crítica e Educação da Universidade Federal de São Carlos. Tem como foco as áreas de História e Filosofia da Educação, desenvolvendo pesquisa sobre formação humana (Paideia e Bildung), utopias, eugenia e teoria crítica. Atua como professor no ensino básico e no ensino superior.

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Publicado
27-08-2019
Seção
Artigos
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Como Citar

DA SEMIFORMAÇÃO À OMNILATERALIDADE: REFLEXÕES SOBRE UTOPIAS FORMATIVAS E EMANCIPAÇÃO. Educação: Teoria e Prática, v. 29, n. 61, p. 305–320, 27 ago.2019.