EM DEFESA DOS CURRÍCULOS PRATICADOSPENSADOS NOS COTIDIANOS ESCOLARES

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Resumo
O presente texto toma como ponto de partida a criação de uma Base Nacional Comum Curricular, em curso no Brasil, para problematizar as bases tradicionais e tecnicistas do pensamento curricular que dão sustentação a essa política ao analisar três ações contrárias à BNCC produzidas por entidades representativas de pesquisadores do currículo. Nesse sentido, centramos nossas análises em algumas das ações produzidas pela Associação Brasileira de Currículo (ABdC) e pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd): 1) a produção de um dossiê publicado em 2014 sobre a ideia de Base Nacional; 2) a campanha “Aqui já tem currículo”; 3) o ofício enviado ao Conselho Nacional de Educação (CNE) com uma “Exposição de Motivos contra a Base Nacional Comum Curricular”. Entendendo que a garantia da justiça cognitiva é um pressuposto para a garantia da justiça social, faz-se mister a desinvizibilização dos currículos praticadospensados nos cotidianos escolares. Consideramos a produção de conhecimentos em redes e a necessidade de provocar práticaspensamentos numa perspectiva pós-abissal.
Biografia do Autor
  1. Rafael Marques Gonçalves, Universidade Federal do Acre
    Professor da Universidade Federal do Acre - Campus Cruzeiro do Sul. Doutorando em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
  2. Leonardo Ferreira Peixoto, Universidade Estadual do Amazonas
    Professor da Universidade Estadual do Amazonas. Doutorando em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
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Publicado
19-11-2017
Seção
Artigos
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Como Citar

EM DEFESA DOS CURRÍCULOS PRATICADOSPENSADOS NOS COTIDIANOS ESCOLARES. Educação: Teoria e Prática, v. 27, n. 55, p. 213–226, 19 nov.2017.