Cuando el cambio reitera la norma: reestructuración curricular de la Medicina en posibles articulaciones con sexualidad y género

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Resumen
El escenario de la educación médica ha manifestado demandas y configuraciones específicas, que negocian una reconfiguración de las formas y modos de ver y hacer Medicina, colocando, en primer plano, una reestructuración de los currículos médicos. En este artículo, a partir de las observaciones y documentos oficiales de un currículo de Medicina, que pasa por una reestructuración, se argumenta que discursos de Sexualidad y Género atraviesan las formas de enseñar, aprender, hacer y practicar la Medicina, tanto en el modelo que se considera necesario superar, como en el modelo que se desea instituir. A partir de una línea de acción inspirada en la analítica del discurso de Michel Foucault, se pretende apuntar como el discurso médico es generificado y sexualizado, y como la Medicina generifica y sexualiza cuerpos por medio de una medicalización extendida como moralización de la sexualidad. Por fin, como la Medicina ha actuado en el gerenciamiento de los cuerpos, marcándolos, catalogándolos, normatizándolos, normalizándolos, padronizándolos, patologizándolos e medicalizándolos.
Biografía del autor/a
  1. André Filipe dos Santos Leite, Universidade Federal de Sergipe
    Acadêmico de Medicina, Universidade Federal de Sergipe.
  2. Thiago Ranniery Moreira de Oliveira, Universidade Federal de Sergipe
    Mestre em Educação, Universidade Federal de Minas Gerais. Professor do Departamento de Filosofia, Universidade Federal de Sergipe.
Referencias
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Publicado
2014-04-09
Sección
Artigos
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Cómo citar

Cuando el cambio reitera la norma: reestructuración curricular de la Medicina en posibles articulaciones con sexualidad y género. Educação: Teoria e Prática, v. 24, n. 45, p. 144–161, 9 abr.2014.