Roubos em ônibus
um estudo sobre crimes no transporte coletivo em Belo Horizonte
DOI:
https://doi.org/10.5016/geografia.v51i1.19501Resumo
Esta pesquisa tem o objetivo de discutir a violência no transporte público de Belo Horizonte, destacando os roubos sofridos por passageiros e trabalhadores do ramo. Por meio de uma abordagem descritivo explicativa, buscamos analisar dados relacionados a hora do dia, dia da semana e meses em que aconteceram os eventos para os anos de 2015 e 2018. Também utilizamos um mapa do ano de 2018, onde separamos em clusters os locais com alta ocorrência de crimes. A análise é sustentada pela Teoria das Atividades Rotineiras, que coloca como objeto de estudo as redondezas onde o crime acontece, retirando a ênfase sobre o criminoso. Dessa forma, foi possível concluir que os roubos não acontecem de maneira aleatória no espaço e no tempo, mas que são fortemente influenciados pelo itinerário dos veículos. Além disso, também foi possível confirmar o Princípio de Pareto, em que uma pequena porção da região onde o fenômeno acontece é responsável pela maior parte dos crimes.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2026 Geografia

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os autores mantém os direitos autorais e concedem à GEOGRAFIA o direito de primeira publicação, com os artigos simultaneamente licenciados sob a Licença Creative Commons BY 4.0, que permite o compartilhar e adaptar os artigos para qualquer fim, desde que sejam dados os créditos apropriados e as disposições dos direitos de imagem, de privacidade ou direitos morais. Outras atribuições legais podem ser acessadas em: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/legalcode.en.
Geografia, Rio Claro, SP, Brasil - eISSN 1983-8700 está licenciada sob a Licença Creative Commons BY 4.0


