Do verde ao cinza? A história da cobertura vegetal em Corumbá IV contada pelo NDVI

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DOI:

https://doi.org/10.5016/geografia.v50i1.19394

Resumo

A vegetação do cerrado desempenha um papel fundamental na conservação dos recursos hídricos, favorecendo o aumento da biodiversidade em áreas florestadas. Para a conservação dos recursos naturais, são necessários estudos que mostrem espacialmente a evolução e a distribuição da vegetação. Este artigo concentra-se na identificação das mudanças na cobertura vegetal nas proximidades do Lago Corumbá IV, causadas por atividades humanas na paisagem e monitoradas por meio de imagens de satélite e do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI). A área de estudo abrangeu 1200 metros a partir das margens do Lago Corumbá IV, com base nas imagens dos satélites Landsat 5 para os anos de 2002, 2006 e 2011, e Landsat 8 para 2016 e 2022. Os resultados apontam para fragmentação e redução das áreas de cerrado em diferentes períodos, evidenciando um padrão de degradação ambiental na paisagem estudada.

Biografia do Autor

  • Anderson Muzzolon, Universidade de Brasília (UnB)

    Doutorando em Geografia pela Universidade de Brasília (UnB) e mestre em Geografia pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), Paraná. Atualmente é professor da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF).

  • Ruth Elias de Paula Laranja, Universidade de Brasília (UnB)

    Professora Associada do Departamento de Geografia da Universidade de Brasília (GEA/UnB). Doutora em Geografia pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”. Realizou pós-doutorado pela Universidade do Porto (Portugal). Atua na área de Geografia, com ênfase em Geografia Física, desenvolvendo pesquisas principalmente nos seguintes temas: avaliação e impacto ambiental, gestão ambiental, biogeografia, áreas degradadas, ensino de Geografia e Geografia da Saúde.

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Publicado

2025-12-29

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Do verde ao cinza? A história da cobertura vegetal em Corumbá IV contada pelo NDVI. Geografia, v. 50, n. 1, p. 693–715, 29 dez.2025.